A vida te ensina, aprende quem quer
Eu, sabedor de minhas obrigações para com os que me rodeiam, ainda com idade mais madura que seja, dou alguns deslizes sutis em relação ao lidar com os semelhantes. Dias atrás em uma loja de conveniência comercial alimentar fui surpreendido ao ser chamado atenção da minha falta de paciência em lidar com a atendente do estabelecimento. Ela “folheava” o celular, aterrorizada com um suposto golpe que ela tinha recebido naquele momento exato que entrei. Educadamente e com firmeza, mesmo atônita pelo e-mail ou SMS recebido, a atendente me disse que eu teria que ter melhores modos, ser menos impaciente em pedir produtos da loja que ela trabalhava. Mesmo ela desatenta temporariamente aos fregueses por motivos pessoais, não justificava eu ter essa atitude impaciente e deselegante com ela. A leve bronca que recebi dela me fez sentir apequenado, não humilhado porque ela me chamou atenção de maneira sutil e como já disse antes, firme nos seus dizeres. Fez-me refletir naquel...