84 meses e o “RICARDÃO”
Antigamente eu me preocupava em fazer uma determinada prestação que não fosse muito longa para que eu pudesse pagá-la antes de morrer.
Hoje em dia, com o número das prestações a longuíssimo prazo, -(36, 48, 72 e 84 meses)- eu cheguei a conclusão que essa preocupação em pagar logo o débito, para mim e não tem muito sentido.
A gente luta a vida inteira para ganhar o suado dinheirinho, e se preocupa em entregar logo esse dinheirinho ao credor para ficar tranqüilo sem dívidas, isso até que tem um bom sentido prático do lado da tranqüilidade financeira.
Mas vejamos.
A gente que trabalha e ganha “razoavelmente pouco”, como pagar um bem de um valor alto em poucos meses?
É muito difícil e quase impossível para muitos, só para os mais abonados ou sortudos.
Então temos que “RELAXAR E GOZAR”, como disse a Ministra, que sabemos qual é.
Um dos motivos que talvez valha a pena ter prestações altíssimas:
>>> Sabemos que temos que morrer um dia, isso é inevitável, se somos casados e nossas esposas não forem para o convento depois de nossa morte, provavelmente irá arranjar um “RICARDÃO” da vida para não ficar sozinha. Os bens comprados e devidos, provavelmente ainda terão um saldo devedor, que quem ficar terá que arcar ou devolvê-los.
- Tudo que você fez de melhoria, na casa, no carro ou qualquer outro bem, ficará provavelmente para o OUTRO, isso não tem bronca, vai ficar mesmo, queira o eterno defunto ou não.
É claro que poderá acontecer o contrário, a esposa partir para a “MELHOR”, antes da gente e tudo dela ficar para a “RICARDONA”, mas isso é outro papo, só DEUS que sabe o nosso destino.
Tudo isso que eu falei acima, é só para “encher lingüiça”, papo furado para muitos e bobeira para outros.
Mas na prática, podemos concluir:
ESTAMOS NESSE MUNDO DE PASSAGEM, CARO LEITOR, TUDO QUE TEMOS É APENAS USO E FRUTO. Não se apegue demasiadamente a nada neste mundo, pois o sofrimento em vida poderá ser maior que o próprio bem.
PES-20071230-1149 - J.Vieira
Hoje em dia, com o número das prestações a longuíssimo prazo, -(36, 48, 72 e 84 meses)- eu cheguei a conclusão que essa preocupação em pagar logo o débito, para mim e não tem muito sentido.
A gente luta a vida inteira para ganhar o suado dinheirinho, e se preocupa em entregar logo esse dinheirinho ao credor para ficar tranqüilo sem dívidas, isso até que tem um bom sentido prático do lado da tranqüilidade financeira.
Mas vejamos.
A gente que trabalha e ganha “razoavelmente pouco”, como pagar um bem de um valor alto em poucos meses?
É muito difícil e quase impossível para muitos, só para os mais abonados ou sortudos.
Então temos que “RELAXAR E GOZAR”, como disse a Ministra, que sabemos qual é.
Um dos motivos que talvez valha a pena ter prestações altíssimas:
>>> Sabemos que temos que morrer um dia, isso é inevitável, se somos casados e nossas esposas não forem para o convento depois de nossa morte, provavelmente irá arranjar um “RICARDÃO” da vida para não ficar sozinha. Os bens comprados e devidos, provavelmente ainda terão um saldo devedor, que quem ficar terá que arcar ou devolvê-los.
- Tudo que você fez de melhoria, na casa, no carro ou qualquer outro bem, ficará provavelmente para o OUTRO, isso não tem bronca, vai ficar mesmo, queira o eterno defunto ou não.
É claro que poderá acontecer o contrário, a esposa partir para a “MELHOR”, antes da gente e tudo dela ficar para a “RICARDONA”, mas isso é outro papo, só DEUS que sabe o nosso destino.
Tudo isso que eu falei acima, é só para “encher lingüiça”, papo furado para muitos e bobeira para outros.
Mas na prática, podemos concluir:
ESTAMOS NESSE MUNDO DE PASSAGEM, CARO LEITOR, TUDO QUE TEMOS É APENAS USO E FRUTO. Não se apegue demasiadamente a nada neste mundo, pois o sofrimento em vida poderá ser maior que o próprio bem.
PES-20071230-1149 - J.Vieira
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