Realmente é um título polêmico, se acostumar com perdas.
As maiorias das pessoas não querem nem ouvir falar de perdas, nem eu.
Mas seria bom que acostumássemos com algumas delas para podermos sobreviver.
Que ironia da vida.
Tem pessoas que morrem imediatamente ao saber da morte de um ente querido, por exemplo.
Seja quais forem, perda de um amor, perda de um bem material ou perda qualquer que nos faça sentir impotentes de tocar a vida adiante, infelizmente é cruel e dolorosa mesmo.
Quantos suicídios ou tentativas depois de uma desilusão amorosa ou financeira.
É fácil falar, ACOSTUMAR COM AS PERDAS, mas o ser humano já nasce avesso as perdas cotidianas.
Em princípio, ninguém quer perder nada.
Agora, saber perder, como dizem muitas pessoas, é divino.
Mas perder um jogo, por exemplo, é fácil para muitos suportar a derrota.
Em se tratando de sentimentos, a coisa muda, a dor na alma fica latejante, o raciocínio sofre pela não coerência das atitudes.
Como esse assunto é sistematicamente dolorido, vou encurtá-lo com um pensamento:
DEUS mora aonde a gente deixa “ELE” entrar.
Quando deixamos DEUS entrar em nossa vida, suportar as adversidades cotidianas torna-se, pelo menos, mais ameno o sofrimento.
PES-20080213-1038 – J.Vieira
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
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