Respeitar a ignorância alheia

PES-20081012-0812 - Respeitar a ignorância alheia
J.Vieira - Email: jotek2@gmail.com

Até hoje me considero também um ignorante, emocionalmente falando.
O assunto é meio esquisito e controverso, mas ao longo do texto eu explico.
Por diversas vezes me desentendi com vendedores de lojas, principalmente do setor de informática.
Até parece que eu sei tudo de equipamento de informática, “DOCE ILUSÃO”.
Na última “enroscada de contenda verbal”, desculpe-me do palavreado tão esquisito quanto o TEMA, eu fiquei indignado com um vendedor que não sabia de coisas óbvias sobre alguns equipamentos de rede de computador, que é complexa para leigos como eu.
Ele me garantia que não só não tinha na sua loja o referido equipamento que eu pedia informação para uma possível compra futura, como também que esse equipamento nunca fora fabricado pela competente indústria da informática mundial.
Eu, indignado da besteira que o vendedor estava falando, pois havia antes pesquisado na Internet sobre o equipamento, cheguei a ter uma boba e ignorante troca bilateral de leves e sutis insultos verbais com ele.
Enquanto o fabricante do equipamento em questão, talvez pudesse se deliciar se visse uma sena dessas que não leva a nada para a gente e só fortalece a marca de seu produto, por dois bobos, EU E O VENDEDOR se desentendendo.
Seria muito mais inteligente de minha parte ter sido também ignorante no “bom sentido” e concordado com ele; “A é, não existe, então muito obrigado”, e ter saído da loja sem o sentimento de culpa por ter desentendido por besteira e arriscando talvez que um pai de família perdesse seu emprego por causa de um “ZÉ RUELA” como eu. (Que baixo autoestima Senhor J.Vieira)
Muitos podem me achar meio ou muito masoquista contando essa história em público, mas eu acho que muitas pessoas, como EU não melhoram o tratamento com os outros se não levarem um esfregão, fisicamente falando.
Antes que eu leve a referida correção de um ainda mais ignorante, vou procurar me defender de maneira menos agressiva e educada se for possível, ou concordado ironicamente com a besteira ouvida.
Dizia um colega de serviço na Eletropaulo, empresa onde trabalhei e aposentei-me, que excesso de educação é sinal de fraqueza ou “boiolisse”, é talvez ignorância da parte dele, mas vou respeitar sua opinião.
Só assim, tendo coragem de relatar os fatos, que vou ser uma pessoa melhor.
Tem gente que só aprende apanhando, espero eu não chegar a esse ponto, pois já apanhei muito de minha querida mãe, que DEUS a tenha.
Muita gente vai ver, depois desse relato serei outra pessoa no que se refere a tratar melhor as pessoas em geral, não que eu seja um bruto, estúpido e inconsequente, longe disso, mas quando se quer e precisa, sempre existe espaço para se melhorar.
Peço desculpas às pessoas que por descuido leu esse meu relato com tema não muito agradável.
Prometo, na medida do possível, falar aqui de assuntos menos desagradáveis no futuro.
Como o título do meu blog é: PAZ DE ESPÍRITO E SAÚDE, para que esse tema se concretize dentro de nós temos que ter CONTROLE EMOCIONAL, INTELIGÊNCIA EMOCIONAL para vivermos relativamente bem em sociedade.
PES-20081012-0812 – J.Vieira

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