Mente ocupada com coisas produtivas, só lucra na saúde.
Hoje dia 09
de abril de 2015 resolvi participar de um questionário oferecido pela Intel
sobre o Movimento MAKER no Brasil.
O Movimento
Maker é baseado na atividade individual ou em grupo do “Faça_Você_Mesmo”
que do inglês é, Do-It-Yourself (ou como em inglês se diz = D.I.Y.).
Pessoas comuns como eu e você podem montar, consertar, modificar e fabricar
qualquer objeto com suas próprias habilidade manuais e recursos disponíveis.
Aposentei-me há
mais de 15 anos e sempre gostei de criar coisas tecnologicamente viáveis que
facilitam e dão certo prazer no dia de pessoas em geral.
Sim, gosto de
inventar aparatos com eletrônica, mas o que me fascina é criar coisas novas com
eletrônica, modificar o que já existe não me fascina muito, mas até modifico
alguns aparelhos e nem sempre para melhor, então não curto muito.
Como aposentado
tenho teoricamente muito tempo para ficar ocioso, mas procuro não deixar a
ociosidade tomar conta dos meus dias que ainda me restam.
Estou com uns
10 a 15 projetos em andamento, mas é realmente isso que está atrapalhando um
pouco, a quantidade de projetos, sem ser objetivo no que faço.
Tenho que ser
mais focado em menos projetos e realiza-los com firmeza e determinação para não
correr o risco de não fazer nada, ficar tudo pela metade ou inacabado e
gastando o que a gente não tem, dinheiro.
Como se diz,
tenho que ir com “menos sede ao pote”. Essa chamada de atenção que estou dando
a mim mesmo é por três motivos:
01 = Como sou
um AUTODIDATA em eletrônica e tenho um grande defeito que é de aprender só o
que eu quero, não o que é necessário, então os projetos as vezes ficam pela
metade e difíceis de finalizar.
02 = O segundo
motivo é o que não depende só de mim, a IMPORTAÇÃO, principalmente de sensores
muito “delicados” ao tato, distância, calor do corpo humano, iluminação e
outros.
03 = O terceiro
motivo é a demora de um a três meses para receber os componentes de eletrônica
importados, atrasando de maneira substancial os meus projetos, isso quando
chega, as vezes se perdem e se desviam pelo caminho.
Os sensores são
difíceis de achar na Internet e caros, e como não bastasse isso, o preço da
importação é muito pesada no Brasil. Eu relato logo abaixo no texto do
questionário que enviei para INTEL, as porcentagens que o governo cobra de quem
importa individualmente = (6,38%+60%+12,00+18%+???).
Tenho que
importar poucas unidades de produtos eletrônicos, como módulos sensores e de
controle fino de tensão e corrente por exemplo, porque é para fazer testes
iniciais no meu laboratório de eletrônica fundo de quintal.
Mas o mais
importante não é criar produtos que gosto muito e sim ficar com a cabeça
ocupada sem espaço para pensar coisas não proveitosas ou ruins.
O bem mais
precioso que podemos ter é a saúde corporal e psicológica.
Por isso não
pretendo, ficar rico com o que faço, que são coisas muito simples do cotidiano
feita com os olhos de um entusiasta tecnológico.
Eu já estou
tendo lucros com a manutenção de minha saúde razoavelmente boa, sem recursos
financeiros adequados, mas feliz dentro do limite humano.
Eu sempre falo
para meus amigos = DEUS ajuda quem se ajuda. ELE DEUS não faz nada sozinho.
Abaixo vai
um relato de minha atividade tecnológica pedido pelo questionário da INTEL:
Questionário MAKER do
Brasil – Patrocinadora = Intel = 090415-1123h
A Intel e
outras empresas estão criando = (Internet das coisas (Em inglês = Internet of
Things ou simplesmente = IOT).
Eu, com meus
poucos recursos de importação de pequenos módulos sensores pretendo criar (De
modo AMADOR, e inicialmente para meu próprio uso = ELETRÔNICA NAS COISAS =
ELECTRONIC IN THINGS = EIT) – OBS: Não tem nada oficial ainda, são tudo
intensão, que pode se realizar ou ficar no âmbito doméstico apenas.
Explicando
melhor, é tudo de ELETRÔNICA que for possível embutir nas coisas, como módulos
e circuitos eletrônicos, de maneira mais fácil e simples possível, eu estarei
tentando pôr em prática EFETIVA os meus projetos via ARDUINO ou outra
plataforma existente como a Intel Galileo – (Com Galileo ainda não testei
nada).
Desde
criança eu tenho uma mania de modificar as coisas que faziam parte de meu dia a
dia, para tirar o máximo proveito de coisas e produtos que não tinham valor ou
sentido para outras pessoas.
Hoje, eu
aposentado da Eletropaulo, (Energia do Estado de São Paulo), estou há mais de 3
anos tentando realizar o meu sonho, TENTAR colocar eletrônica em tudo que for
possível.
Inicialmente
não tenho pretensões de ficar rico ou me destacar como inventor ou coisa
parecida, faço tudo por AMOR a TECNOLOGIA que sempre me fascinou.
A
dificuldade que tenho é com as taxas de importação dos produtos que no Brasil
são:
01 = 6,38% =
Importação pagando com cartão de credito.
02 = 60% em
qualquer produto importado com qualquer valor. Com exceção de livros e outros
permitidos por lei.
03 = 12,00
reais cobrados atualmente pelos Correios do Brasil em cada pacote ou volume
importado.
04 = A
demora da chegada dos produtos importados. = De um a 3 meses, quando não são
perdidos no trajeto internacional.
05 = 18% ou
20% ICMS ou qualquer outro imposto que podem incidir na importação, dependendo
do Estado brasileiro. OBS: É muito raro ser cobrado esse imposto nas
importações, mas em alguns casos talvez se cobra.
Como se vê,
fica muito caro e difícil ser um AUTODIDATA em tecnologia (MAKER) ou (DIY) Faça
você mesmo, no Brasil, sem apoio dos órgãos governamentais ou de particulares.
Eu ainda não
pedi apoio a ninguém por ser muito complicado esse processo, e por eu ser um
AUTODIDATA que faz produtos sem AINDA abrangência social ou coletiva.
Eu gostaria
mesmo de ser um cientista que descobrisse a cura, por exemplo, do câncer, da
AIDS ou doenças que fazer as pessoas sofrerem e viverem menos, mas não tenho
estudo nem estrutura para isso, infelizmente.
Vamos deixar
de sonhar com o QUASE IMPOSSÍVEL (Ser cientista) e me dedicar no possível,
mesmo só inicialmente no âmbito doméstico, realizar experiências com a
ELETRÔNICA em geral.
Obrigado a
INTEL, que sempre teve e espero que continue tendo uma visão social nos
produtos que cria e produz, e espero que outras empresas, mesmo de menor porte
que a INTEL, tenha essa AGRADÁVEL sensibilidade coletiva.
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